Campanha pelo a-ha em Salvador

A fã Geo criou um Twitter especial para uma campanha pelo a-ha em Salvador. Se você é da região ou se sensibiliza pela causa, este é o endereço:

http://twitter.com/ahasalvador

Já os fãs Júlio, Christian e o a-haBahia fizemos uma coletânea de links e e-mails para pedir por a-ha junto a produtoras, mídia local e casas de show.

Caco de Telha – contato@cacodetelha.com.br
NER Entretenimento – ner@ner.com.br
Duma Produções – duma@asadeaguia.com.br
Pequena Notável – contato@pequenanotavel.com
Concha Acústica do TCA concha@tca.ba.gov.br e ascom@tca.ba.gov.br

Mandar mensagens aos sites:
– iContent (na seção Contato do site): http://ibahia.globo.com/icontent/
– Caco de Telha: http://www.cacodetelha.com.br/contato
– 2GB Entretenimento: http://www.2gb.com.br/
– Cais Dourado: http://www.caisdourado.com.br/ (ir no link Contato)

Vídeo do a-ha em Salvador, no ano de 1991
a-ha em Salvador

Se vocês souberem de outros canais de divulgação/solicitação, nos informe!

17 Respostas para “Campanha pelo a-ha em Salvador

  1. Muito legal esta mobilização para que o a-ha faça também shows ai! Estou fazendo pensamento positivo para que REALMENTE ACONTEÇA!!!!!

    Deolanda – Varginha – MInas Gerais

  2. O Jornal de Brasília publicou na última quarta-feira (9) uma entrevista exclusiva com Mags. Nela, o tecladista fala, entre outras coisas, sobre a decisão do a-ha em encerrar as atividades e sobre a turnê de despedida. “Nós temos um ano bem longo pela frente e uma das turnês mais pesadas que já fizemos desde os anos 80”, afirmou o músico ao jornal.

    Ao falar do Foot of the Mountain, Mags conta que a banda passou muito tempo se dedicando para torná-lo o melhor possível, e que a boa recepção do álbum pegou o grupo de surpresa. “É o final perfeito, ao invés de se desmanchar como uma banda que vendeu discos e não tem nada mais além disso. Esse álbum realmente me dá a oportunidade de celebrar o fim do a-ha como uma grande banda”, diz.

    Em um dos momentos mais reveladores da entrevista, ao comentar sobre o fim do grupo, Mags afirma que é trabalhoso fazer parte do a-ha. “Eu vejo muito talento no nosso trabalho para continuar, mas temos nossas diferenças em relação à banda e não é fácil fazer as coisas darem certo sempre”, diz. Segundo o tecladista, muitas bandas continuam juntas mesmo que as motivações não sejam as melhores.

    “Elas são lembradas pelo trabalho que fizeram e não pelas desculpas que usam para continuar tocando em lugares meio cheios, ficando velho e fazendo isto pelo dinheiro. Eu não queria que o a-ha se tornasse uma dessas bandas. Achamos que deveríamos apenas celebrar uma longa carreira e terminar enquanto estamos no topo, ao invés de desaparecer”.

    Ao ser indagado sobre a herança deixada pelo grupo no mundo da música, Mags afirma: “Acho que deixamos um legado um pouco estranho. Começamos na cabeça das pessoas apenas como uma banda pop que foi perseguida por muitas meninas que nos deram status de fenômeno. Ao mesmo tempo, fizemos músicas que tinham significado para muita gente, como os irmãos Gallagher”, diz.

    Segundo o tecladista, muitos viam o a-ha apenas como um fenômeno da música pop, o que acabava frustrando e entristecendo o grupo. “Nossa música não era falada. Sempre que éramos entrevistados era sobre fama, boa aparência, ou qualquer outra coisa. Isso nos incomodava. Quando voltamos em 2000, uma das coisas mais gratificantes foi perceber que a atitude em relação à banda havia mudado e estava bem mais de acordo com o que pensávamos”.

    Ao falar das lembranças que tem do Brasil, Mags diz que o país injetou auto-estima na carreira do grupo. “Havíamos feito a primeira turnê ao redor do mundo, e o encanto com a banda estava diminuído entre o terceiro e o quarto disco. Então fomos para a América do Sul e descobrimos uma aproximação totalmente diferente em relação à banda e nossas músicas. Ficamos muito contentes com essa injeção de confiança que nos deram”.

    Na entrevista, Mags diz ainda que nunca conseguiu entender o que fez os brasileiros abraçarem o a-ha. “Nós éramos noruegueses de um país gelado do norte. Mas aí, penso que tem a ver com a paixão. Quero dizer: os brasileiros são pessoas passionais, e eu acho que eles reconheceram uma paixão em nossas músicas. É uma conexão inusitada entre a atitude melancólica escandinava para a vida, a sensualidade e o calor sul-americano. Mesmo sendo forças opostas, dividem um laço com a paixão”, afirma o tecladista ao jornal.

    PARTE DA ENTREVISTA DO MAGS EM UM JORNAL DE BRASILIA. CERTAMENTE VOCÊ JÁ VIU, MAIS ACHEI LEGAL O QUE ELE DISSE SOBRE A PAIXÂO DELES COM O BRASIL E VICE E VERSO.

    REALMENTE SÓ PODE SER PAIXÂO!!!!!!

    DEOLANDA – VARGINHA – MINAS GERAIS

  3. VUMBORA QUE VAAAAAAAAMOS, colocarei no twitter tambem os contatos, Aloisio, coloca o contato da 2GB tambem, porque eles tem parceiros grandes!

    E pessoal de Salvador, tentem manda e-mail pelo menos uma vez por dia … vamos lotar o e-mails deles com pedidos de A-ha hahah

    uhuuuu

  4. Olá….

    Sou arquiteto, 34 anos, moro em Ilhéus, Bahia, sou fã do A-ha.

    Acredito que não é uma questão de opção o A-ha estando encerrando sua maravilhosa tragetória na música com uma turnê mundial, e Salvador, tendo a importância que tem, estar fora desse roteiro. Talvez sejamos o estado mais apaixonado por esta banda no Brasil! Chega de atitudes provincianas, exigimos que também tanhamos um show deles!!! Que se faça acontecer!

  5. Gente, mandei e-mail para todos os endereços e fiz comentários em todos os sites sugeridos aqui…obtive duas respostas e uma delas quem recebeu, informou encaminhar o e-mail para o setor de eventos, e a outra foi extremamente frustrante demonstrando uma atitude totalmente passiva, provincina e nada agressiva diante da concorrência, o que não se admite mais para Salvador: reproduzirei o conteúdo desta resposta, por achar totalmente insatisfatória.

  6. este foi o conteúdo do meu pedido:
    “Olá….

    Sou arquiteto, 34 anos, moro em Ilhéus, Bahia, sou fã do A-ha.

    Acredito que não é uma questão de opção o A-ha estando encerrando sua maravilhosa tragetória na música com uma turnê mundial, e Salvador, tendo a importância que tem, estar fora desse roteiro. Talvez sejamos o estado mais apaixonado por esta banda no Brasil! Chega de atitudes provincianas, exigimos que também tanhamos um show deles!!! Que se faça acontecer!

    Aguardo um sinal de recebido.

    Cordialmente,

    Anselmo Galvão”

  7. e esta a frustrante e injustificável resposta obtida:
    “Sr. Anselmo Galvão, bom dia.

    Recebemos seu contato através do nosso site, agradecemos por entrar em contato.

    A participação de atrações internacionais é um pouco mais complicada do que “montar” uma grade com atrações locais pois esbarra na programação do artista/empresário querer que tais cidades façam parte da turnê. Eles trabalham com pesquisa, dados de mercado, tais como audiência das rádios, quantidade de cd´s comercializados, e claro o resultado financeiro da turnê.

    Infelizmente na região nordeste os valores dos ingressos assim como a cultura da meia-entrada ser para todos acarreta em baixos resultados de vendas de ingressos, não de volume.

    Assim sendo, não temos como simplesmente querermos tais atrações, temos que estar incluídos na programação do artista e aí podemos entra na negociação e realizar o show como acontece com o Festival de Verão que todos os anos procura atrações que estejam em turnê pela Bahia.

    Abraços e obrigado pelo contato,

    (Produtora)”

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